quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Primeira Postagem

Quero viajar nessa aventura que é essa loka vida!  

Ass.: H A M I L T O N

19 comentários:

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  2. PAZ É VIDA
    O homem precisa de paz
    Mesmo a luz do dia , a terra gira ao seu redor
    Tantas coisas vão se tornando, pequenas diante da morte
    Os caminhos são muitos,mas os caminhos não importam
    O homem precisa de paz
    Não há razão para vitoriosos e perdedores
    O nucleo do sistema chama-se vida
    Os dias podem amanhecerem infinitamente
    Nossos olhos um dia jamais os verão


    O dia , a noite!
    Um dia chuvoso!
    Uma tarde de verão!
    Um dia na praia!
    Uma viagem!
    O dinheiro!
    O trabalho!
    O amor!
    O sexo!
    A religião!
    O sonho!
    A riqueza !
    A pobreza!
    O mundo!
    As esrelas !
    O universo!
    Uma gota de agua!
    A vida!
    A morte!
    Deus !
    A loucura!
    A paz!
    A guerra!
    O coração batendo!
    A conciencia da vida!
    O racismo!
    A injuria!
    O medo!
    A coragem!
    Um paseio a cavalo!
    O prazer!
    Sentado ali ,avistando o mar
    O horizonte se perde aos meus olhos
    Eu sinto a felicdade
    A vida é linda
    Não são meus olhos.

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  3. PEACE IS LIFE
    Man needs peace
    Even the light of day, the earth rotates around you
    So many things become, small face of death
    The paths are many, but the paths don't matter
    Man needs peace
    There is no reason for victorious and losers
    The nucleo system called life
    The days can infinitely amanhecerem
    Our eyes one day will never summer



    The day, the night!
    A rainy day!
    A summer afternoon!
    A day at the beach!
    A trip!
    The money!
    Work!
    The love!
    Sex!
    Religion!
    The dream!
    Wealth!
    Poverty!
    The world!
    The esrelas!
    The universe!
    A drop of water!
    Life!
    Death!
    God!
    The madness!
    Peace!
    The war!
    The heart pounding!
    The awareness of life!
    Racism!
    The injuria!
    The fear!
    The courage!
    A city tour on horseback!
    The pleasure!
    Sitting there, sea avistando
    The horizon is lost in my eyes
    I feel the felicdade
    Life is beautiful
    Aren't my eyes.

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  6. War of the world


    The sun rises
    A tone routine, this morning
    As every morning



    Life repeats
    Every day
    In the coolness of eternal tombs


    Fine poetry
    Aren't made
    Our days are numbered


    There are people on the corner
    Te waiting
    Don't leave only
    Tonight


    Not yourself
    With the brightness
    Of lights
    This city


    Our old
    Were forgotten, the Sun
    And dried up
    Like dead leaves


    Children die
    Wise Man
    Discuss the statistics
    Is the day to day


    It is a struggle
    Tireless
    Suffered
    Sad





    All go to the forehead
    There are no rules
    There are no paths
    Only illusions


    I describe
    These days
    Are portraits
    Live
    Here the winter
    Is cooler
    Where the dawn
    Candle bodies


    These paths
    Don't know the final
    Here is not known
    Love


    I talk to God
    AND GOD heareth me
    And teaches me
    To love


    Neta war
    We are all weak
    We bring
    More water and bread


    To pursue
    This Odyssey
    That is live
    And live

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  7. Guerra do mundo

    O sol nasce
    Num tom rotineiro, esta manhã
    Como todas as manhãs


    A vida se repete
    Todos os dias
    Na frieza de túmulos eternos

    De belas poesias
    Não são feitos
    Nossos dias contados

    Tem gente na esquina
    Te esperando
    Não saia só
    Esta noite

    Não se iluda
    Com o brilho
    Das luzes
    Desta cidade

    Nossos velhos
    Foram esquecidos, ao sol
    E secaram
    Como folhas mortas

    Crianças morrem
    Homem sábios
    Discutem as estatísticas
    É o dia a dia

    É uma luta
    Incansável
    Sofrida
    Triste




    Todos vão para o fronte
    Não há regras
    Não há caminhos
    Só ilusões

    Eu descrevo
    Estes dias
    São retratos
    Vivos
    Aqui o inverno
    É mais frio
    Onde a madrugada
    Vela corpos

    Nestes caminhos
    Não se sabe o final
    Aqui não se conhece
    O amor

    Eu falo a DEUS
    E DEUS me ouve
    E me ensina
    A amar

    Nesta guerra
    Somos todos fracos
    Que nos tragam
    Mais água e pão

    Para prosseguirmos
    Nesta odisséia
    Que é viver
    E viver..............

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  8. trechos do livro "O deserto da alma"

    O VELHO

    Faltava pouco para escurecer, andamos praticamente o dia todo . com algumas paradas para descansarmos.
    Logo a frente vimos um senhor , andando , rumo a sua casinha de madeira , que ficava um pouca acima do nível da estrada.
    Ele parou , e esperou chegarmos até ele.
    Boa tarde , ele foi logo falando, boa tarde respondemos.
    Seus olhos cansados , pareciam sorrir, com movimentos laterais , querendo ver Eu e Paulo ao mesmo tempo. Ele chamava –se Pedro, mas fazia questão de ser chamado de Pedrinho.
    Tinha oitenta e dois anos e uma lucidez invejável.

    Suas mãos tremulas estendeu- se para nos cumprimentar, com um aperto de mão demorado, com olhos nos olhos, dessa forma, nos cumprimentou.
    E era assim que Pedrinho, gostava de conversar,olhando bem no fundo do olhos das pessoas , ele dizia, que os olhos, diz tudo , o que o coração pensa.

    -Vamos entrar falou ele a casa é de pobre, mas comida não falta.
    Logo que entramos , sentimos o cheiro de feijão cozido.
    Seus cabelos brancos, eram como a neve, usava óculos, com lentes arredondadas .Ele nos olhava sempre por cima das lentes.
    Foi logo ajeitando as cadeiras e pediu para sentarmos .
    Vou fazer um jantar para vocês, disse ele bem animado.
    -Sou bom cozinheiro , fiquei viúvo a muito tempo, por isso tive que aprender a cozinhar ,tenho apenas um filho, que hoje é casado ,
    Nunca faltou pretendentes,mas preferi ficar só.
    -O feijão esta pronto , agora vou fritar torresmos.
    -Não se preocupe Pedrinho, agente come o que tiver ,disse Paulo
    -É um prazer cozinhar para vocês .
    Pegou os toucinhos cortados, pois no óleo quente.
    -vão tomar um banho para refrescar , tem toalha limpa no armário.
    -Obrigado disse , Paulo,eu também agradeci.
    Nunca tinha comido um torresmo tão bom quanto aquele.
    Pedrinho sentou –se em sua cadeira de balanço, ascendeu um cigarro de palha.
    Fitando eu e Paulo, deu uma tragada , puxando fundo , e soltando lentamente a fumaça, que se dissipava pela janelinha da sala.
    Parecia que em cada tragada que ele dava, sua alma ia junto com a fumaça , que ia dispersando-se no espaço .

    Sentamos em volta da lareira , feita de ferro fundido, bem rústica ,o fogo reluzia em nossos rostos .
    Panelas penduradas na parede, quadros com fotos antigas.
    O cheiro da madeira queimando, era magnífico.
    -Faz tempo que não recebo visita ,pra dormir em casa.
    Disse Pedrinho.

    -A muito tempo não sinto a presença de amigos.
    -sito –me como uma arvore seca , que não tem mais sombra.
    -Um caminho, que ninguém mais passa.
    -um desejo que se acabou.
    -olho para vida , ela olha para mim
    -E a balança é injusta , pois o conhecimento,que
    Adquiri ,em todos esses anos ,só serve para me condenar.
    As vezes acordo chorando, com lembranças que vem como fantasmas ,pra me assombrar.
    O arrependimento.
    Como ele é cruel.
    O maior mentiroso é aquele que fala que não se arrepende de nada.
    Isso é só questão de tempo.
    Ai eu fico falando :
    Se o tempo voltasse , eu faria isso, faria aquilo.
    Mas o que mais me dói é a falta das pessoas.
    Quantos amigos eu afastei de mim ,
    E alguns já se foram ,sem podermos fazer as pazes.

    Não sei se vocês repararam, que em casa não tem espelho.
    -Querem saber porque?
    -Queremos, respondemos.
    -Já estou velho , como vocês podem ver
    E a vida passou muito rápido , as coisa vão acontecendo, e você não tem controle sobre elas.
    Já fiz quase tudo nessa vida, .
    Mas o que me intriga,é que eu fiz muito, mas a sensação que eu tenho,é que vivi todo este tempo fazendo coisas, que ao me ver eram boas para mim. Mas sempre deixei de lado as pessoas do meu convívio.
    Hoje eu vejo que , na verdade , no final da minha vida , eu poderia estar lembrando de coisas boas, que eu poderia ter feito para minha esposa , meus filhos e amigos.
    Então em protesto a mim mesmo, eu tirei todos os espelhos da casa.
    Para sempre lembrar , que eu tenho que sempre ver as

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  9. deserto da alma
    continuação do trecho, o velho

    pessoas ,e não olhar para mim , e não ser o egoísta de outrora.
    Por mais que eu saiba disso, é preciso ter força de vontade ,
    E estar atento , para não esquecer um novo estilo de viver.
    Pois sempre me pegava voltando a ser o mesmo de antes.
    E minha luta diária , não é contra os limites que a minha idade impõe.
    Mas é contra eu mesmo, pois mais vale pena servir , do que ser servido.
    Pois o que você faz pela manhã, a noite vem te cobrar, na hora que você Põe a cabeça no travesseiro.
    Vocês não sabem a alegria que eu estou sentindo em receber vocês em minha casa.Comerem da minha comida e ouvir minhas historias , e a melhor delas foi muito simples mas marcante.



















    A PESCARIA

    Em 1974, foi numa manhã fria de agosto , eu acordei mais cedo aquela manha,estava de folga no trabalho.
    Acordei meu filho, Vitor, nós o chamávamos de Vitinho.
    Disse a ele que iríamos pescar, Vitinho dava pulos de alegria.
    O céu azul escuro ia clareando com tons arroxeados .
    Cavoucamos com uma enxada velha , no fundo do quintal , para pegarmos minhoca .
    Enchemos duas latas , misturamos com terra , Vitinho apesar de sentir nojo também pegou as minhocas com as mãos.
    Pegamos as varinha de bambus, que sempre estavam preparadas , para pescaria .
    Apesar de nunca termos ido pescar antes deste dia .
    Ele sempre , me pedia para pescar com ele, mas eu nunca tinha tempo ou vontade .
    Mas naquele dia , não sei o que me deu, foi como um aviso, um milagre, ou um despertar , como se fosse um fleche , e me veio a cabeça em levar meu filho para pescar.
    Pegamos tanto peixes , que distribuímos para os visinhos.
    Foi a única lembrança que eu carrego comigo, de algo bom que eu fiz.
    Que deixou alguém feliz. Pois meu filho até hoje , depois de tantos anos ainda fala dessa pescaria .Mas eu nem fazia idéia disso naquele momento. Mas hoje eu consigo visualizar o que representou aquelas horas juntos .
    Até parece que este momento, apagou tudo de ruim que eu fiz, ou pelas coisas que deixei de fazer por ele.
    Ele sempre conta , o quanto foi legal essa pescaria para os meus netos, como se eu fosse o melhor pai do mundo
    Você só vai ter noção das coisas depois de muito tempo .
    Em tempo real o bicho pega
    A fera que existe em você , esta ali , só esperando para atacar.
    Vamos ferindo quem passa pela nossa frente .











    Pedrinho foi até um armário e pegou uma garrafa de licor de chocolate , e nos serviu ,
    -vamos brindar este momento,
    Saúde gritou Pedrinho levando o copo a cima da cabeça .com lagrimas nos olhos .
    Naquela noite também contamos nossa historia de vida para Pedrinho.
    Ficamos mais dois dias em sua casa , ajudamos a fazer alguns reparos no telhado, na cerca e cortamos o mato que invadia o seu quintal.
    Paulo falou do amor de Jesus para ele .
    Oramos juntos , e Pedrinho entregou seu coração a Jesus.
    Ele falou , que estava preparado para enfrentar seus últimos anos de vida.
    Com um paz que ele nunca tivera .

    Partimos as duas horas da madrugada,um vento frio cortava nossos rostos como um golpe de espada. passo a passo, ia nos distanciando daquele lugar.
    Paulo incansável como um samurai seguia em frente , e eu o acompanhava cegamente.

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  10. O Rei

    Havia um rei muito poderoso, que era de um lugar longínquo , onde seu reinado era rodeado , por montanhas e desertos.
    Ele era um rei , que amava a DEUS , por isso estava sempre atento , para fazer a vontade de DEUS , que era manifestada através de sinais , mas tinha de tomar muito cuidado, para não deixar se enganar por julgamentos equivocados .
    Tinha um rebanho incontável de ovelhas, do solo de suas terras brotava ouro na superfície ,tinha grandes pastos e água em abundancia.
    Isso causava grande inveja de outros povos , que não eram beneficiados por tantas riquezas e fartura.
    De tempos em tempos sofria ataques desses povos.
    Seu exercito jamais havia perdido uma única batalha.
    Pois quem ousava vir atacar o seu reinado , tinha que atravessar o deserto ou subir montanhas íngremes.
    Quando chegavam próximo já estavam exausto , e não tinham forças para, lutar , e sucumbia os seus desejos, de dominar aquele reinado.
    Havia anos que não eram atacados , e a paz , que existia , pela falta de guerras, flutuava naquele reinado como um aroma doce a todos habitantes daquele povoado.
    Pois mesmo ganhado todas as batalhas , sempre tinham perdas de vidas, de seus soldados.

    Mas por outro lado quase não se arriscavam, a sair fora de suas fronteiras, pois sentiam –se vulneráveis, longe de sua fortaleza.
    O rei tinha um filho, o rapaz tinha o desejo de poder conhecer novas terras e novos povos.
    Quando olhava toda aquela terra , que sumia aos seus olhos ,nada o satisfazia , os seus sonhos ultrapassava os limites do seu povoado.
    O rei, ouvia as reclamações do filho, e dizia ao rapaz , você acha filho que eu não nunca senti vontade de conhecer novos lugares?
    Sempre tive o sonho de caçar em outros lugares , de ver outras pessoas de outras culturas, de aventurar –se , navegar em mares que nunca pude ver , apenas conheci de ouvir falar.
    Mas não posso por em risco nosso povo , apenas por um sonho meu.
    Pois todos confiam em mim cegamente.
    É quase certo , que se sairmos daqui , e transpormos as montanhas ou o deserto, seremos atacados, e em desvantagem, possivelmente seremos arrasados por nossos inimigos.
    E se isso acontecer , eles conseguirão chegar em nosso reinado e domina-lo , e saquearão nossas riquezas , levarão nossas mulheres e escravizarão nosso povo.
    Mas o rapaz indagava seu pai , quanto a vontade de DEUS .
    -Será que DEUS quer que nasçamos e morramos neste lugar.
    -Será que ele não deseja que encontremos outros povos e dar o testemunho ,de quanto ele é bom.
    -Será que ele não quer que nos arrisquemos , numa atitude de fé . -Onde poderemos confiar , e ir em diante .

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  11. continuação O REI

    -Pois eu tive um sonho meu pai, sonhei que estava no alto das montanhas , e lá de cima, eu contemplava o nosso império , e falava o quanto as montanhas e o deserto era importante , e quanta segurança eles nos dava, contra nossos inimigos.
    E der repente uma grande águia baixou sobre mim , e me apanhou , e me levou para longe de nossas terras , e me soltou no meio de meus inimigos , e com uma voz estridente , a águia dizia : , a quem você vai pedir socorro agora , será que as montanhas e os desertos em que tanto confia podem livrar-te agora?
    E no meu desespero clamei a DEUS, para que me salvasse , pois ele era minha verdadeira torre forte. E imediatamente, um exercito de anjos veio em meu socorro, e destruí meus inimigos.
    Foi após este sonho meu pai , que eu comecei sentir esse forte desejo de ir para fora de nossas terras e ampliar nossos conhecimentos e conquistar pessoas para fazerem parte de nosso povo, e que em vez de guerra , formemos uma só nação , onde o amor seja o equilíbrio de nosso viver.





    O rei passou semanas pensando no sonho que o filho havia lhe falado.
    Será que o sonho de meu filho , é um sinal de DEUS? Dizia ele.
    Em meio a tantas duvidas , em suas orações ,ele pediu para que Deus também lhe desse um sinal, para confirmar a sua vontade.
    Foi numa tarde , o sol se punha , no horizonte , e seu olhar se perdia entre as montanhas , quando ele viu uma águia ,sobrevoar seu castelo e ir em direção ao deserto, e foi sumindo aos seus olhos.
    Este é o sinal , disse ele.
    No outro dia mandou reunir todo o povoado ,e disse que tinha tomado uma decisão, de mandar uma expedição com metade de seu exercito, e seu filho iria liderar a expedição. E contou a todos o sonho que seu filho havia tido
    E fez um discurso , dizendo, que esta decisão ,era vontade Deus, mas ele não sabia explicar , quais eram as razões de tudo, mas que DEUS sabe o que faz! disse ele com firmeza.

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  12. CONTINUAÇÃO O REI

    O burburinho foi grande , e muitos desaprovaram aquela decisão.
    Mas nada podiam fazer, pois a decisão estava tomada.
    E o rapaz partiu rumo a travessia do deserto, com metade do exercito, levando consigo muito ouro e prata , para comprarem terras , e fincarem novas divisas para seu povo.
    Os dias se passaram , as sentinelas que faziam guarda nas divisas , tanto no deserto quanto nas montanhas foram redobrados, pois o temor , de novos ataques, ainda existia. E agora tinha apenas metade do exercito, para poderem defender-se de uma possível invasão.
    O dia estava amanhecendo , e todos foram acordados , pelo som de trombetas , que era usadas para dar alerta de ataques de inimigos.
    O comandante do exercito veio até o rei, para dizer o que estava acontecendo, para ele poder tomar as decisões.
    O rei foi levado até um posto de observação nas montanhas , e ele viu com seus próprios olhos, um grande exercito vindo ao longe, nas planícies abaixo das montanhas .
    Seu numero era incontável , ele jamais tinha visto um exercito tão numeroso quanto aquele.
    Isso explicava , a demora para novos ataques , os inimigos ficaram longos anos, reunindo o maior numero possível de soldados , para poderem atacar, e mesmo perdendo soldados na escalada das montanhas , sobraria soldados suficiente para vencerem a guerra.
    O comandante , disse ao rei :-pelos meus cálculos , ele chegaram até nós em dois dias .
    -Se nosso exercito estivesse completo , teríamos chances de vence-los .
    -Mas com a metade será impossível.
    -O que faremos meu rei.
    O rei foi para o altar das orações , e lá ficou por horas.
    Quando saiu estava com seu manto vermelho ,era o manto da vitória , que ele vestia após a todas batalhas que eram vencidas, pediu para reunir a todos.
    E lá de cima da torre, disse para povo , partamos todos para o deserto, pois seremos aniquilados se ficarmos, orei a DEUS , e o único sinal que obtive foi as areias do deserto, trazida pelo vento,que bateu no meu rosto em quanto eu orava.
    Então esse é o sinal disse ele.
    -Sigamos as areias .
    -Peguem tudo de valor que possam carregarem, mas dêem preferência para água e alimentos.
    -E partamos em quanto é tempo.
    O exercito se dividiu em duas partes , uma parte na retaguarda, e outra na linha de frente, e o povo caminhava no meio.
    Todos caminhavam inconformados , por estarem fugindo e deixando tudo para traz, culpavam o rei e seu filho, por tudo que estava acontecendo.
    Diziam que se o exercito estivesse completo, eles poderiam terem ficado e vencido a guerra.
    Mas ao atender o capricho do filho, os deixou em desvantagem e veneráveis perante seus inimigos.
    No segundo dia , todos já estavam exausto, e ainda se perguntavam, uns aos outros: , o exercito inimigo já deve estar em nossa cidade e tomado todas nossas casas e animais , e nossas riquezas, e ainda corremos o risco de virem em nosso encalço para nos matarmos.
    E olhavam para traz , e podia ver ao longe , o castelo do rei que ficava na parte mais alta da cidade .

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  13. CONTINUAÇÃO O REI

    E muitos já conspiravam em tirar a vida do rei , como vingança, em terem perdido tudo , por causa de suas decisões .
    O sol estava se pondo , a noite foi chegando rapidamente , a temperatura foi baixando , os animais foram colocados em cercados improvisados para não se perderem no deserto.
    Acederam fogueiras para se aquecerem, as mulheres preparavam comidas para todos .


    As crianças se terem noção , do que acontecia , brincavam de pega- pega.
    O rei se ausentou para uma tenda , que ficava isolada , das demais .
    E lá derramou suas lagrimas e suas suplicas para DEUS .
    Nas suas suplicas , ele dizia, que estava difícil encarar tudo aquilo.
    Pois de uma hora para outra , tudo tinha virado pó.
    Ele olhou para o céu , enxugou as lagrimas , e disse :DEUS sabe o que faz.
    E sua vontade seja feita.
    O rei vestiu seu manto vermelho novamente, e foi de encontro ao povo, que murmura sem parar.
    E ao som dos murmúrios , todos viram ao longe, uma grande explosão que vinha da cidade que eles abandonaram, um vulcão inativo, voltará com toda sua força , e a lava que descia , destruiu completamente a cidade , matando todos os soldados que tinha, tomado-a.
    E o rei foi saldado por todos , pois se tivessem ficado, eles que teriam morrido queimados pelo vulcão.
    Após quarenta dias caminhado, eles encontraram com o filho do rei ,e formaram um novo reinado, junto a um outro povo, formando uma nova nação.
    E a partir daquele dia , todos procuraram a ficar ,atentos aos sinais de DEUS.
    Pois viram que a proteção não estava nos montes , nem no deserto , e sim dentro de cada um conforme a nossa fé em DEUS.

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  14. UM FLECHE DE LUCIDEZ


    Este universo de vaidades nos arrasta para conseguir mais e mais, e nos prende dentro de nós mesmos. E na tentativa de escapar,vamos como água morro abaixo, descontrolados , arrasamos tudo o que vem pela frente.
    E não conseguimos parar , pois a exigências são como o chicote do carrasco em nosso lombo , e se pararmos , levamos chicotadas , que nos derrubam e mexe, com nossa alma.
    Dorme ,acorda , levanta, e se põem de pé , vai tomar o banho matinal, escova os dentes , com pasta de dente da propaganda,que você comprou por indução .
    Toma seu banho, o espelho reflete seu rosto, misturado com o vapor do calor do chuveiro.
    Você limpa o espelho com a toalha ,se olha, do outro lado e vê um prisioneiro, que te encontra todos os dias . Suas rugas uma a uma ,vão se acumulando.
    Você lembra-se que esta novamente atrasado, e sai apressado sem notar
    o espelho embaçado que se esvaziou como um corpo sem alma.

    Seus filhos ainda dormem , da um beijo na esposa e vai trabalhar.
    No caminho , um grande engarrafamento te pega no caminho.
    Ao seu lado,uma multidão de vendedores de balas te cercam, pessoas pedindo ajuda, um coro de buzina infernal agride seus ouvidos.
    Uma ambulância com a sirene ligada, te faz refletir por alguns segundos
    sobre a vida e seus valores.
    Mas o farol se abre, seu carro arranca como tivesse vida própria.
    Sua vontade é de largar tudo e voltar para casa.
    Curtir sua família ver seus filhos crescerem.
    Mas como atitude de formiga você entra na roda da vida, como num grande formigueiro. E a rotina de todos os dias, vão mumificando seus sentimentos.

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  15. 14:46 29/12/2010 aguardando

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  16. Eu via as gaivotas sobrevoando o mar, com vôos rasantes, às vezes tocavam o mar levemente, como se fosse um doce beijo na água tão salgada, talvez na tentativa em adoçar o mar.
    Mas o mar nuca será doce, nem as nossas vidas.
    Um leve beijo, um abraço, uma palavra boa, um elogio, o amor sim o amor pode adoçar a alma do universo inteiro.
    Mas o mar sempre será salgado, mas sua beleza, sim sua beleza, adoça a vida de todos que contempla sua beleza.
    Por mais que sejamos salgados, mostremos também nossa beleza, para adoçar a vida de quem passa por nós

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  17. Os dois irmãos

    Havia dois irmãos que eram sócios numa fazenda muito próspera.
    Eles trabalhavam de sol a sol , pois as obrigações eram muitas .
    Um deles era casado e tinha três filhos ,chamava-se Bento, o outro mais velho era solteiro, chama-se Lando.
    Depois de anos de muito trabalho sem folga ,Lando começou achar que só trabalhar não valia a pena .
    Certo dia , chamou Bento para conversar , e explicou -lhe, que queria viajar pelo mundo, pediu sua parte na fazenda , pois iria partir em breve.
    Bento , quis impedi-lo , pediu para ele não ir,chegaram a trocar palavras ríspida um para com outro.
    Mas Lando estava decidido ,pegou sua parte , e partiu, brigado com seu irmão.
    Lando partiu , pegou o trem logo pela manhã, sem rumo certo.
    Enquanto, o balanço do trem sacudia seu corpo cansado.
    Sua mente estava dividida entre a alegria e ansiedade .
    Viajou por muitos lugares , conheceu pessoas de todo tipo.
    E por um longo tempo viveu intensamente , o seu sonho de viajar sem rumo, e sem compromisso.
    Mas um dia seu dinheiro acabou , e ele se viu , em lugares estranho , passando necessidades , e de uma boa vida , começou a dormir nas ruas.
    Em face das dificuldades , mandou uma carta para o irmão, e contou tudo o que estava acontecendo.
    Dizia na carta que estava arrependido de ter partido daquela forma , deixando ele com todas as obrigações da fazenda , e queria voltar.
    Voltaria no trem das dez da manhã .
    Disse para o irmão , que pusesse , um lenço vermelho na arvore que eles ,subiam para pegarem ameixa quando eram crianças, caso ele o aceitasse de volta .Caso ele não aceitasse, ele passaria direto sem descer e continuaria pelo mundo.
    A arvore , ficava ao longo numa curva , antes da estação do trem.
    Quando o trem foi chegando naquela curva , seu coração , disparou, pois estava ansioso.
    E quando viu arvore , qual não foi sua surpresa , seu coração quase parou de tanta emoção.
    Pois em vez de apenas um lenço vermelho na arvore , seus olhos não acreditava , no que estava vendo, pois mal podia ver a arvore de tanto lenço vermelho ,que havia nela.
    O trem foi parando e seu irmão o esperava com muita alegria , e eles se abraçaram e choraram ali naquele local.
    E Bento olhou para Lando, e falou: DEUS ouviu minhas orações .
    E os dois foram para casa para recomeçarem a historia deles .
    Com certeza, esse é o verdadeiro amor sem interesse próprio,que DEUS espera de nós.

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